II.D – Códigos de Procedimentos Neurocirúrgicos Finais e/ou Fechamento

  1. Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (3.01.01.23-9): curativo realizado após todas neurocirurgias, que pode envolver desde bandagem/turbante até outros curativos mais simples. Esta é a última etapa de toda cirurgia.

 

  1. Extensos ferimentos – excisão e retalhos cutâneos da região (3.01.01.58-1): código que representa uma das etapas do fechamento multicamadas do defeito do tubo neural (mielomeningocele ou meningoencefalocele) com a utilização de pele para rotação do retalho.

 

  1. Extensos ferimentos – exérese e emprego retalhos cutâneos-musculares cruzados (3.01.01.53-0): código que representa uma das etapas do fechamento multicamadas do defeito do tubo neural (mielomeningocele) com a utilização de retalhos cutâneos-cruzados.

 

  1. Extensos ferimentos – exérese e rotação de retalho fasciocutaneo (3.01.01.55-7): código que representa uma das etapas do fechamento multicamadas do defeito do tubo neural (mielomeningocele ou meningoencefalocele) com a utilização de fáscia e pele.

 

  1. Extensos ferimentos – exérese e rotação de retalhos musculares (3.01.01.57-3): código que representa uma das etapas do fechamento multicamadas do defeito do tubo neural (mielomeningocele) com a utilização de músculos paravertebrais.

 

  1. Extensos ferimentos – exérese e rotação retalhos miocutâneos (3.01.01.56-5): código que representa uma das etapas do fechamento multicamadas do defeito do tubo neural (mielomeningocele ou meningoencefalocele) com a utilização de bloco de enxerto com pele e músculo.

 

  1. Fratura do arco zigomático – redução cirúrgica com fixação (3.02.07.07-0): código referente ao reposicionamento/redução cirúrgica com material de fixação do arco zigomático fraturado por ocasião do acesso envolvendo este osso, como acesso FOZ.

 

  1. Miorrafias (3.07.30.11-2): código referente ao fechamento da parte muscular do acesso cirúrgico, sendo uma das etapas do fechamento.

 

  1. Monitorização neurofisiológica intra-operatória (2.02.02.04-0): Recurso muito utilizado nas cirurgias de tumores intracranianos para monitorização de nervos cranianos, nas ressecções de tumores de área eloquentes e na transição craniocervical.

 

  1. Plástica em Z ou W (3.01.01.67-0): código utilizado para o fechamento de pele tipo zetaplastia ou plastia em W como parte da ultima camada no fechamento do defeito do tubo neural (mielomeningocele ou meningoencefalocele).

 

  1. Reconstituição de paredes orbitárias (3.03.02.10-2): procedimento complementar à cirurgia de trauma de crânio ou tumores orbitários, envolvendo a cavidade orbitária, onde se faz a reconstrução anatômicas das paredes da órbita associada ao código de reconstrução craniofacial (3.02.15.04-8).

 

  1. Reconstrução com retalho da gálea aponeurótica (3.01.01.68-9): procedimento realizado como parte da etapa de fechamento na maioria das cirurgias cranianas, onde um retalho de gálea aponeurótica é utilizado como doadora de tecido para duroplastia, oclusão de seio frontal ou ainda na sustentação e reaproximação do flap ósseo retirado por ocasião da craniotomia.

 

  1. Reconstrução com rotação do msculo temporal (3.02.10.10-0): código referente ao reposicionamento do flap de músculo temporal transposicionado durante o acesso com finalidade de reconstrução da anatomia original, como parte do retalho na reconstrução dural ou ainda como parte da cirurgia de revascularização intra/extracraniana nas doenças cérebro-oclusivas (ex, Doença de moyamoya).

 

  1. Reconstrução craniana ou craniofacial (3.02.15.04-8): procedimento complementar na etapa de fechamento das cirurgias cranianas ou craniofaciais, necessária para reposicionamento planiforme do flap ósseo da craniotomia.

 

  1. Tratamento cirúrgico de fístula liquórica (3.14.01.26-0): código utilizando para fechamento da dura-máter com objetivo de ocluir qualquer ponto de saída de líquor, seja ele primário (após ato cirúrgico imediato) ou secundário (decorrente de TCE, inflamação/infecção envolvendo a meninge, espontânea ou ainda como uma complicação pós-operatória tardia).

 

  1. Tratamento cirúrgico do hematoma intracraniano (3.14.01.30-9): drenagem cirúrgica de hematoma intracraniano agudo ou crônico no espaço extradural, subdural, subaracnóideo/cisternal e/ou intraparenquimatoso. A drenagem pode ser através de craniotomia, craniectomia, trefina ou ainda trepanação.

 

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