APRESENTAÇÃO

A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) trabalhou arduamente para a elaboração deste manual, inédito em sua história, e que tem por objetivo sistematizar a codificação dos procedimentos em Neurocirurgia junto ao segmento da Saúde Suplementar no Brasil.

A falta de padronização nas solicitações dos procedimentos neurocirúrgicos, nas diversas regiões do país e entre diferentes planos de saúde, tem sido a regra nas relações entre os neurocirurgiões solicitantes e as fontes pagadoras. Este fato consequentemente acaba gerando conflitos, redundância de tarefas e atrasos na liberação dos procedimentos, trazendo assim prejuízos para ambas as partes, mas principalmente para a parte mais interessada: os nossos pacientes.

Assim, a padronização nas solicitações dos procedimentos neurocirúrgicos representa não só uma melhor fluidez nas tratativas entre os neurocirurgiões e operadoras de saúde, mas principalmente a unificação de uma só linguagem de trabalho. Historicamente, esta sistematização dos códigos foi negligenciada quando se abreviou na própria CBHPM todas as etapas de nossas complexas cirurgias em um único código principal de procedimento, desmerecendo assim as demais e tão importantes etapas cirúrgicas, como o acesso e o fechamento.

Felizmente, graças ao amadurecimento de reflexões sobre o tema, hoje temos o entendimento de que cada etapa de uma cirurgia é tão importante quanto seu ato principal, e o insucesso de uma delas pode comprometer todo um trabalho. Tomando como exemplo, uma craniotomia mal realizada pode dificultar a boa execução do ato principal, como clipagem de aneurisma, ressecção de tumor, drenagem de hematoma, etc. Da mesma forma, uma inadequada síntese da dura-máter pode resultar em fístula liquórica, prejudicando o resultado final do caso, por mais bela ressecção tumoral ou clipagem de aneurisma que se tenha feito. Sendo assim, o neurocirurgião que executa com esmero de ponta a ponta sua cirurgia, merece da mesma forma a valorização de todas as etapas de seu árduo e dedicado trabalho. E foi a partir deste novo entendimento, no sentido da valorização de todas as etapas cirúrgicas, que nasceu a pedra fundamental deste manual.

Diante disso, tornou-se necessária uma ação conjunta de vários membros da Comissão Permanente de Honorários Médicos e da SBN, promovendo, ao longo de quase dois anos, várias reuniões e fóruns específicos, onde os temas foram bastante discutidos e diversas propostas relativas aos assuntos foram sugeridas. A referência de codificação escolhida foi a CBPHM 2014, por ser a mais utilizada e por se tratar de um documento oficial creditado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Agencia Nacional de Saúde (ANS). Assim, foi executada uma meticulosa varredura da CBHPM 2014, passando por todas as especialidades e capítulos, na busca de todos os códigos que poderiam ser relacionados aos nossos procedimentos já listados no capítulo da neurocirurgia, e a partir dai, montar de forma racional e conexa uma relação de códigos de procedimentos pertinentes à cada ato neurocirúrgico.

Finalizando, algumas premissas foram hierarquicamente consideradas para que a validação deste trabalho fosse pautada na legalidade e ética:

CONSIDERANDO que nossa Constituição Federal expressa em seu artigo 5o, inciso XIII, que “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”, e que por este entende-se que qualquer médico inscrito no Conselho Regional de Medicina de sua jurisdição é lícito exercer TODA a medicina, devendo o mesmo pautar-se única e exclusivamente pelo Código de Ética Médica, que abrange todas as situações de responsabilidades em relação ao trabalho médico;

CONSIDERANDO que o CFM expressa no seu Art. 17 Lei n° 3.268/57, e nos Pareceres CFM no 17/04, CFM no 27/95 e CFM no 8/96, que nenhum especialista possui exclusividade na realização de qualquer ato médico;

CONSIDERANDO que para que possamos exercer a Medicina com honra e dignidade o médico deve ser remunerado de forma justa (Art. 3o do Código de Ética Médica);

CONSIDERANDO que as subdivisões e capítulos por especialidades apresentadas na CBHPM tem caráter meramente didático e organizacional, não sendo, portanto, excludente de uma especialidade em relação a outra com relação à prática dos atos médicos ali listados;

CONSIDERANDO que a própria CBHPM, no Ítem 7.2 de suas Instruções Gerais, delega às sociedades de especialidades a função da interpretação dos seus códigos;

CONCLUI-SE, portanto, que o presente Manual de Codificação de Procedimentos em Neurocirurgia/SBN, encontra-se totalmente amparados pela legalidade e ética e em absoluto acordo com as regulamentações dos nossos órgãos de classe, do Código de Ética Médica e da Constituição Federal.

O trabalho desta comissão será permanente, e o Manual será revisado periodicamente, sempre que surgirem novas demandas.

 

Manual de Codificação dos Procedimentos em Neurocirurgia (MCPN)

Coordenador da Comissão Permanente de Honorários Médicos SBN: 

Dr. Wuilker Knoner Campos – SC

Integrantes da Comissão:

Dr. Modesto Cerioni Júnior – SP

Dr. Ronald de Lucena Farias – PB

Dr. Valdir Delmiro Neves – PB

Dr. Gustavo Cartaxo Patriota – PB

Dr. Sérgio Dantas – RN

Dr. Cláudio Vidal – PE

Dr. Christian Diniz – PB

Dr. Stenio Abrantes Sarmento- PB

Todos os Direitos reservados à Sociedade Brasileira de Neurocirurgia

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia

Rua Abílio Soares, 233 – Paraíso – 04005-000 – São Paulo – SP

Fone/Fax: 11 3051-6075     E-mail: sbn@sbn.com.br

http://portalsbn.org

Agosto de 2016

Kits Padrões para Procedimentos Neurocirúrgicos

KITS JUSTIFICATIVA DE USO
KIT CRANIOTOMIA

· Broca de parada automática tipo Smith

· Instrumento de corte esférico para drilagem

· Fresa para craniótomo adulto ou infantil

· Cera hemostática para osso

 

A abertura da calota craniana ou craniotomia envolve a trepanação seguida da craniotomia, sendo às vezes necessário a drilagem de pilares ósseos para uma melhor exposição. A hemostasia do osso é feita com cera óssea.
KIT TREPANAÇÃO

· Broca de parada automática tipo Smith ou instrumento de corte esférico 5 mm

· Hemostáticos polímero de celulose oxidado para hemostasia ou hemostático de fibrina

· Cera hemostática para osso

 

Abertura do crânio através de um pequeno orifício (Burr hole), pode onde se faz uma pequena abertura da dura-mater e cordicectomia para procedimentos diagnósticos e/ou terapêuticos. A hemostasia do parênquima e óssea se faze necessária.
KIT HEMOSTASIA

· Hemostáticos polímero de celulose oxidado para hemostasia ou hemostático de fibrina

· Hemostático absorvível de colágeno

· Esponja de gelatina absorvível

· Cotonóides em 3 tamanhos (pequeno, médio e grande)

 

Série de materiais hemostáticos utilizados tanto para hemostasias nos tempos iniciais, trans-op e fechamento, quanto para manipulação delicada de estruturas parenquimais do sistema nervoso.
KIT DUROPLASTIA SINTÉTICA

· Cola biológica ou selante dural 5 ml 5ml

· Tela de matriz colágena absorvível e maleável

 

A duroplastia é realizada habitualmente com gálea e/ou fáscia muscular (duroplastia autóloga), entretanto o fechamento hermético de algumas falhas durais grandes, somente é possíveis com a utilização de material sintético, associado ou não com enxertos autólogos.
KIT RECONSTRUÇÃO CRANIANA

· 04 miniplacas e 16 parafusos em titânio ou 4 botões de osteossíntese

· Cimento ósseo ou metilmetacrilato 10 g

 

Utilizado para o reposicionamento da calota craniana e/ou ossos da face por ocasião da craniotomia/acesso. Pode ser necessário o preenchimento de algumas falhas ósseas com o cimento ósseo.
KIT CRANIOPLASTIA AUTÓLOGA

· 04 miniplacas e 16 parafusos em titânio ou 4 botões de osteossíntese

· Cimento ósseo ou metilmetacrilato 10 g

 

Utilizado para o reposicionamento da calota craniana suputada em abdome ou armazenada em banco de ossos. Pode ser necessário o preenchimento de algumas falhas ósseas com o cimento ósseo.
KIT CRANIOPLASTIA SINTÉTICA I

· 04 miniplacas e 16 parafusos em titânio ou 4 botões de osteossíntese

· Cimento ósseo ou metilmetacrilato 10 g

 

Utilizados para fechamento de falhas cranianas de tamanhos pequenas ou médias onde não foi possível preservar o osso retirado devido fratua, infecção, tumor, craniectomia, osteotomias, etc.
KIT CRANIOPLASTIA SINTÉTICA II

· Tela de Titânio 7,5 X 7,5 cm ou 15 X 15 cm

· 04 miniplacas e 16 parafusos em titânio ou 4 botões de osteossíntese

 

Utilizados para fechamento de falhas cranianas de tamanhos pequenas ou médias onde não foi possível preservar o osso retirado devido fratura, infecção, tumor, craniectomia, osteotomias, etc.
KIT CRANIOPLASTIA SINTÉTICA III

· Prótese prototipada customizada

· 04 miniplacas e 16 parafusos em titânio ou 4 botões de osteossíntese

 

Utilizado para fechamento de falhas cranianas de tamanho grande onde não foi possível preservar o osso retirado devido fratura, infecção, tumor, craniectomia, osteotomias, etc. É necessário realização de TC crânio com cortes finos para a confecção da prótese em 3D.
KIT ANGIOGRAFIA DIAGNÓSTICA

· Agulha de punção arterial

· Guia hidrofílico (para introdutor)

· Conjunto dilatador/introdutor vascular (curto, longo)

· Fio guia com cobertura hidrofílica

· Cateter diagnóstico para angiografia cerebral

Kit necessário tanto para a realização do primeiro diagnóstico de patologias neurovasculares, quanto no primeiro tempo dos procedimentos neurovasculares terapêuticos. Este kit é sugerido para cada punção vascular.
KIT LAMINOPLASTIA

· Fresa para laminotomia ou piezoelétrico

· 01 Miniplaca + 4 parafusos automachiável para cada lâmina vertebral aberta

Utilizado para o fechamento e reposicionamento das lâminas vertebrais retiradas na laminotomia.

11.1 – BIÓPSIA DE NERVO

Procedimento 11.1 – BIÓPSIA DE NERVO
Descrição do procedimento Procedimento cirúrgico para elucidação diagnóstica de doenças envolvendo sistema nervoso periférico
CIDs do Procedimento C701, C720, C721, D321, D334, D434, M052
Indicação Neuropatias perifericas
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada.
Exames da Indicação Eletroneumiografia e exames laboratórios.
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.14.03.12-3 Exploração cirúrgica de nervo (Neurólise externa) 5B
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.14.03.20-4 Microneurólise intraneural ou intrafascicular de um nervo 7C
3.14.03.01-8 Biópsia de nervo 3C
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0 dia(s)
Quarto
1 dia(s)
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Estimulador de nervos periféricos e microscópio cirurgico
Resolutividade Diagnostico etiologico
Seguimento Não
Rastreabilidade Sim
Comentários Obs: Cirurgias realizadas em caráter de emergência/urgência terão acréscimo de 30% no valor final conforme previsto na CBHPM.

11.2 – BIÓPSIA DE MÚSCULO

Procedimento 11.2 – BIÓPSIA DE MÚSCULO
Descrição do procedimento Procedimento cirúrgico para elucidação diagnóstica de doenças envolvendo sistema muscular
CIDs do Procedimento G130, G712, G713, G720, G721, G722, G724, G728, G729, G734, G735, G736, G737, G73, M052
Indicação Diagnóstico etiológico da doença muscular
Caráter da Indicação (X)Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra indicação clinica
Exames da Indicação Eletroneumiografia e exames laboratórios.
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.03.11.01-2 Biópsia de músculo 2B
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0  dia(s)
Quarto
1  dia
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Não
Resolutividade Diagnostico etiologico
Seguimento Não
Rastreabilidade Sim
Comentários

11.3 – LESÃO TRAUMÁTICA DO PLEXO BRAQUIAL

Procedimento 11.3 – LESÃO TRAUMÁTICA DO PLEXO BRAQUIAL
Descrição do procedimento Procedimento cirúrgico para reparos de lesões do plexo braquial
CIDs do Procedimento G589, T144, G540, S143
Indicação Reparo funcional e redução de sequela neurologica
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra indicação clinica ou anestésica

 

Exames da Indicação Ressonancia Magnética da coluna cervical, Ressonancia Magnética do Plexo braquial, Eletroneuromiografia
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.14.03.17-4 Microcirurgia do plexo braquial com exploração, Neurólise e enxertos interfasciculares para reparo das lesões 13A
3.14.03.26-3 Microneurorrafia múltipla (plexo nervoso) 12B
3.14.03.35-2 Transposição de nervo 10A
3.14.03.15-8 Lesão de nervo associada a lesão óssea 8C
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.14.03.12-3 Exploração cirúrgica de nervo (Neurólise externa) 5B
3.14.03.31-0 Ressecção de neuroma 4A
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
2.02.02.04-0 Monitorização neurofisiológica intraoperatória 7C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
1  dia(s)
Quarto
7 dia(s)
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Monitorização neurofisiológica, estimulador de nervo periférico, microscópio cirurgico
Resolutividade Restauração de grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários Procedimento em crianças e adultos

11.4 – LESÃO TRAUMÁTICA DE NERVO PERIFÉRICO

Procedimento 11.4 – LESÃO TRAUMÁTICA DE NERVO PERIFÉRICO
Descrição do procedimento Procedimento cirúrgico para reparo de um ou mais nervos periféricos
CIDs do Procedimento A300, A301, A302, A303, A304, A305, A308, A309, B92, G589, S142, S144, S145, S146, S342, S440, S441, S442, S443, S444, S445, S447, S447, S448, S449, S540, S541, S542, S543, S547, S548, S549, S640, S641, S642, S647, S648, S649, S740, S741, S742, S747, S748, S749, S840, S841, S842, S847, S848, S849, T113, T133, T144
Indicação Reparo funcional e redução de sequela neurologica
Caráter da Indicação (X)Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra-indicação clinica ou anestésica
Exames da Indicação Eletroneuromiografia
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.14.03.12-3 Exploração cirúrgica de nervo (Neurólise externa)* 5B
3.14.03.20-4 Microneurólise intraneural ou intrafascicular de um nervo* 7C
3.14.03.31-0 Ressecção de neuroma* 4A
3.14.03.07-7 Enxerto interfascicular de nervo vascularizado* 12C
3.14.03.27-1 Microneurorrafia única* 8A
3.14.03.15-8 Lesão de nervo associada a lesão óssea 8C
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
2.02.02.04-0 Monitorização neurofisiológica intraoperatória 7C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
xx dia(s)
Quarto
3 dia(s)
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Monitorização neurofisiológica, estimulador de nervo periférico, microscópio cirurgico
Resolutividade Restaurar grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários * Valor destes códigos será multiplicado cada um pelo número de nervos reparados

11.5 – SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO

Procedimento 11.5 – SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
Descrição do procedimento Cirurgia para descompressão neurovascular das estruturas envolvidos entre a primeira costela normal ou  costela  extranumerária originada  na sétima vértebra cervical e a  clavícula.
CIDs do Procedimento G558
Indicação Descompressão de plexo braquial e arterial na fossa clavicular.
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra-indicação clinica ou anestésica

 

Exames da Indicação Eletroneuromiografia, Ressonancia Magnética do plexo braquial, RX de coluna cervical, Tomografia computadorizada da coluna cervival. Angiografia  digital ou  Angiotomografia dos vasos da crossa aórtica.
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.14.05.03-7 Tratamento da síndrome do desfiladeiro torácico 9B
3.07.15.07-5 Costela cervical – tratamento cirúrgico 8B
3.14.03.36-0 Tratamento microcirúrgico das neuropatias compressivas (tumor, inflamatório, etc) 8B
3.14.03.18-2 Microcirurgia do plexo braquial com exploração e neurólise 12C
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
2.02.02.04-0 Monitorização neurofisiológica intraoperatória 7C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0  dia(s)
Quarto
2 dia(s)
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Monitorização neurofisiológica, estimulador de nervo periférico, microscópio cirurgico
Resolutividade Restaurar grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários

11.6 – NEUROPATIAS COMPRESSIVAS

Procedimento 11.6 – NEUROPATIAS COMPRESSIVAS
Descrição do procedimento Envolve síndromes neuropática compressivas do carpo, ulnar, fibular, tarso, dentro outros
CIDs do Procedimento A300, A301, A302, A303, A304, A305, A308, A309, B92, G589, G560, G561
Indicação Descompressão de nervoc periféricos e restauração de grau funcional.
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra indicação clinica ou anestésica

 

Exames da Indicação Eletroneuromiografia,  Ressonância magnética do membro envolvido.
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.14.03.36-0 Tratamento microcirúrgico das neuropatias compressivas (tumor, inflamatório, etc) 8B
3.07.37.07-9 Túnel do carpo – descompressão* 9C
3.14.03.28-0 Neurólise das neuropatias compressivas 6C
3.07.31.09-7 Tenólise túnel osteofibroso 6A
2.02.02.04-0 Monitorização neurofisiológica intraoperatória 7C
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.07.37.01-0 Sinovectomia total **             (endoscópica) 9C
3.07.36.01-3 Sinovectomia total ***           (endoscópica) 9C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0  dia(s)
Quarto
1 dia
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Monitorização neurofisiológica, estimulador de nervo periférico, microscópio cirurgico
Resolutividade Restaurar grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários * Acrescentar este código quando Síndrome do Túnel do Carpo.

**Acrescentar este código quando cirurgião optar por esta técnica na descompressão do túnel do carpo.

*** Acrescentar este código quando cirurgião optar por esta técnica na descompressão ulnar

11.7 – NERVO FACIAL

Procedimento 11.7 – NERVO FACIAL
Descrição do procedimento Cirurgia para descompressão, isolamento, neurorrafia primária do nervo facial ou ainda para anastomose hipoglosso-facial
CIDs do Procedimento G589, T144
Indicação Resturar grau funcional do nervo facial
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação Coagulopatia descompensada e contra indicação clinica ou anestésica

 

Exames da Indicação Eletroneuromiografia, Ressonancia Magnética do crânio, Tomografia computadorizada do crânio..
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.04.04.05-3 Exploração e descompressão total do nervo facial 11B
3.04.04.03-7 Enxerto parcial infratemporal do nervo facial – do gânglio geniculado ao meato acústico interno 11B
3.04.04.04-5 Enxerto total do nervo facial infratemporal 11A
3.14.03.22-0 Microneurólise múltipla 8B
3.14.03.27-1 Microneurorrafia única 8A
3.14.03.07-7 Enxerto interfascicular de nervo vascularizado 12C
3.14.03.35-2 Transposição de nervo 10A
3.02.10.05-4 Paralisia facial – reanimação com neurotização 11C
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
2.02.02.04-0 Monitorização neurofisiológica intraoperatória 7C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0 dia(s)
Quarto
1 dia(s)
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Monitorização neurofisiológica, estimulador de nervo periférico, microscópio cirurgico
Resolutividade Recuperação de grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários

11.8 – TUMOR DE NERVO

Procedimento 11.8 – TUMOR DE NERVO
Descrição do procedimento Cirurgia para ressecção de neoplasia  primaria ou secundaria (metastase) de nervo periférico
CIDs do Procedimento C479, C798, D361, D482, T873
Indicação Restaurar grau funcional
Caráter da Indicação ( X ) Eletiva (  )Urgência
Contra-Indicação  
Exames da Indicação  
 
Códigos CBHPM Descrição Porte
3.14.03.10-7 Excisão de tumores de nervos periféricos com enxerto interfascicular 9B
3.14.03.36-0 Tratamento microcirúrgico das neuropatias compressivas (tumor, inflamatório) 8B
3.14.03.12-3 Exploração cirúrgica de nervo (Neurólise externa) 5B
3.14.03.20-4 Microneurólise intraneural ou intrafascicular de um nervo 7C
3.07.30.05-8 Dissecção muscular 3C
3.07.30.11-2 Miorrafias 3C
3.01.01.23-9 Curativo especial sob anestesia – por unidade topográfica (UT) 2C
     
 
OPMEs Descrição Quantidade
  Campo cirúrgico adesivo estéril 01
  Curativo estéril de filme transparente ou película protetora adesivo 01
 
Internação
Dias
UTI
0  dia(s)
Quarto
1 dia
Anestesia ( X ) Sim (  ) Não
Materiais Especiais Estimulador de nervo periférico e microscópio cirurgico
Resolutividade Recuperação de grau funcional
Seguimento Dia
Rastreabilidade Sim
Comentários